Foi-lhe diagnosticado cancro da mama, uma doença potencialmente fatal. Isso só já é suficiente assustador. Mas agora também tem de considerar todas as opções de tratamento para a remoção do tumor e a prevenção de recorrência: mastectomia, mamoplastia e dissecção axilar de gânglios; radioterapia, quimioterapia e terapia hormonal.
Juntamente com estas escolhas, no entanto, há uma que pode mantê-la viva por mais tempo do que a média das mulheres a quem é diagnosticado cancro da mama.
Uma mudança de estilo de vida é o único factor que está comprovado cientificamente que pode alargar a esperança de vida média das mulheres com cancro da mama.
Porque é o estilo de vida tão importante? Uma mudança de estilo de vida deixa de alimentar o tumor e dá um impulso ao sistema imunitário, de modo a que este possa lutar mais eficazmente contra o cancro. A mudança mais importante é eliminar todos os alimentos que acreditam, contribuem para 40% a 60% de todos os cancros da mama.
Alimentos: Pare de comer carne vermelha e produtos lácteos.
Mais de cem estudos científicos mostram que a gordura saturada – o tipo de gordura presente na carne vermelha e nos produtos lácteos – pode aumentar o risco de cancro.
A gordura saturada que se encontra na carne vermelha e nos produtos lácteos alimenta o tumor. Se retirar essa gordura da sua dieta – e retirará a maior parte dela eliminando a carne de vaca, porco, borrego e cabrito, para além dos produtos lácteos – abrandará a taxa de crescimento do tumor e possivelmente até o fará parar de crescer.
Todos os produtos lácteos e mesmo o leite magro, contém hormonas potencialmente promotoras do crescimento do tumor, que são dadas às vacas para melhorar a produção de leite.
A indústria do leite usa muitas dessas hormonas que promovem o crescimento das células do cancro da mama, num ambiente de laboratório.
Adicionalmente, é pelo menos teoricamente possível que o vírus papiloma bovino presente nos úberes das vacas leiteiras possa ter um efeito promotor do cancro em tecidos mamários humanos. O vírus está muito difundido nas vacas e está relacionado de perto com o vírus papiloma humano, que está ligado ao cancro do colo do útero nas mulheres.
Na verdade que a causa da brusca crescente taxa de cancro da mama nos países ocidentais pode ser o aumento crescente de produtos lácteos. Por esta razão, aconselha todas as pacientes com cancro da mama a eliminarem os produtos lácteos das suas dietas e a tomarem diariamente 1500 mg de um suplemento de cálcio que contenha vitamina D.
Alimentos: Não alimente a gula do seu tumor.
Quer o açúcar que consume, seja sacarose (açúcar branco refinado) ou frutose, maltose ou dextrose (açucares naturais que são também usados como adoçantes comerciais), todo ele se torna açúcar no sangue, ou glucose. Alguns profissionais de medicina alternativa acreditam que as células cancerosas dependem de um processo metabólico que é guiado pela glucose. Uma das primeiras coisas que os doentes com cancro da mama são que parem com o açúcar. Pode fazer-se isso eliminando as sobremesas doces, não adicionando açúcar a qualquer alimento, comendo uma quantidade limitada de fruta e bebendo sumo de fruta apenas uma ou duas vezes por semana.
Água: Que a sua seja purificada.
As pessoas devia a comprarem um aparelho doméstico de purificação da água o processo de purificação remove todos os possíveis carcinogéneos da água para beber - obrigatório para quem tiver sido diagnosticado com cancro da mama.
Álcool: Obrigatório evitar.
O álcool é um carcinogéneo. Tomar duas ou três doses por semana (sendo uma dose de bebida branca, 120 ml de vinho ou 330 ml de cerveja) aumenta o risco de desenvolver cancro da mama. A quantidade de álcool pode duplicar a taxa de crescimento de um tumor. Por isso, se lhe tiver sido diagnosticado cancro da mama, não beba.
Tabaco: Evite o fumo – seu e dos outros.
Aproximadamente 30% de todos os cancros são causados pela inalação do fumo do tabaco, que está carregado de carcinogéneos. Cria radicais livres, moléculas instáveis que podem danificar o ADN e desencadear o cancro. Queima antioxidantes como a vitamina C, que dão protecção contra o cancro. E desgasta o sistema imunitário que é a sua principal defesa contra o cancro.
Se for fumadora e se lhe tiver sido diagnosticado cancro da mama, deixe de fumar. Se fumar, o seu cancro terá mais probidades de se espalhar. Evite também o fumo passivo.
Exercício: Caminhe quatro vezes por semana.
O cancro dá-se bem com ambientes pobres em oxigénio. O exercício aeróbico moderado combate o cancro, estimulando o sistema imunitário e oxigenando o corpo.
Caminhar é a forma mais barata e prática do exercício aeróbico. Quando as pessoas de cancro da mama têm mais de 40 anos ou não fazem exercício regularmente, convém fazer exames no sentido de avaliar os factores de risco cardiovasculares. Se os seus sistemas circulatórios estiverem normais, sugere-lhes um programa de caminhada, aumentando gradualmente o ritmo e as distâncias até que caminhem em passo rápido três quilómetros, quatro vezes por semana.
Redução do stress: Acalme a mente.
O stress mental (uma mente sobrecarregada e preocupada) enfraquece o sistema imunitário. A descontracção mental (uma mente calma e sossegada) fortalece-o – e um sistema imunitário mais forte significa maior resistência ao cancro. Sugere-se quatro maneiras fáceis de mulheres com cancro da mama reduzirem o stress mental.
Tomar um duche quente.
Ouvir música calma.
Rezar ou meditar, repetindo um único pensamento ou processo (como observar a respiração) uma e outra vez.
Ser sexualmente íntima, quer por meio de ralação sexual, quer apenas sendo abraçada e aconchegada
Vencer o cancro com suplementos nutricionais.
Há nutrientes específicos que demonstram capacidade para ajudar a retardar a progressão do cancro da mama. Eis o que se recomenda, sublinha que se deve usar estes suplementos apenas com a aprovação e supervisão do seu médico.
CLA: Ajuda para o seu sistema imunitário.
O ácido linoleico conjugado, ou CLA, é um componente da gordura que se encontra abundantemente em animais como gado bravo, ovelhas, porcos ou galinhas a quem seja permitido alimentar-se e andar em liberdade. Os cientistas calculam que o CLA seja parte de um receptor na superfície das células ao sistema imunitário se a célula é normal ou uma célula cancerígena. Se esse receptor não tiver CLA e não funcionar correctamente, o cancro não será reconhecido – e não será eliminado.
Recomenda-se que as mulheres com cancro da mama tomem 3000 mg por dia de um suplemento com CLA.
Genisteína: Pôr o poder anticancerígeno da soja a trabalhar.
Os estudos mostram que comer mais produtos derivados da soja, como o tofu, pode diminuir o risco de cancro. E a mais poderosa substância anticancerígena dos produtos de soja é capaz de ser o químico alimentar genisteína.
A investigação demonstra que o genisteína pode ajudar a matar as células cancerígenas, a parar a disseminação do tumor pelo organismo e a impedir o tumor de criar vasos sanguíneos.
Alguns médicos aconselham as mulheres com cancro da mama a não comerem mais soja ou tomarem suplementos de soja como a genisteína, porque a soja contém fito estrogénios, estrogénios naturais com cerca de metade da força das hormonas fabricadas pelo organismo.
Mas estudo após estudo veio demonstrar que os fito estrogénios não aumentam o risco de cancro da mama nem aceleram a doença. Na verdade, a genisteína faz precisamente o oposto, retardando o crescimento do cancro. Recomenda-se que as mulheres com cancro da mama tomem um suplemento de genisteína de 6 mg por dia ou comam mais soja.
Coenzima Q10: Para ajudar a Parar o crescimento do tumor.
Este suplemento gera a energia celular que faz o seu organismo funcionar. Quando se é jovem e saudável, o organismo fabrica geralmente a coenzima Q10 de que precisa. Mas o envelhecimento ou a doença podem causar uma falha de CoQ10 que pode resultar num ambiente que é favorável ao crescimento de tumores.
Num estudo do poder anticancerígeno da CoQ10, os cientistas deram 90 mg por dia do suplemento a 32 pacientes de alto-risco com cancro da mama. Seis pacientes – quase 20% das que tomaram o suplemento – experimentaram regressão parciais dos seus tumores. Quando os investigadores aumentaram a dose para 390 mg a uma destas seis mulheres, este teve uma remissão total.
Se esses resultados tivessem sido obra de um medicamento, haveria gente a dançar nas ruas, e as acções da farmacêutica teriam disparado. Mas como era um estudo sobre um nutriente pouca atenção foi dada aos resultados.
Recomenda que as mulheres com cancro da mama tomem 100 mg de CoQ10 por dia. É seguro tomar este suplemento durante períodos prolongados.